A medida foi adotada após a detecção de metais em níveis acima do permitido pela legislação ambiental

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Da redação

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24 fev 2019, 10h07

Na véspera de completar um mês da tragédia do rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), o governo de Minas Gerais reiterou a proibição do uso da água do Rio Paraopeba, que abastece a região. Não foi informado por quanto tempo valerá a determinação.

A nota, divulgada pelas secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Agricultura, alerta para que se evite o uso da água em quaisquer circunstâncias. “A orientação de não se utilizar a água bruta do rio, sem tratamento, é válida para qualquer finalidade: humana, animal e atividades agrícolas.”

Qualidade da água

A medida foi adotada após a detecção de metais em níveis acima do permitido pela legislação ambiental e de avaliação da Secretaria de Saúde de Minas Gerais com base em requisitos de vigilância sanitária.

O monitoramento de qualidade da água é feito diariamente desde 26 de janeiro, um dia após o rompimento da barragem. O trabalho é desenvolvido pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) em parceria com a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), Agência Nacional de Água (ANA) e Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Pelo último levantamento, divulgado há dois dias, 176 pessoas morreram na tragédia e há 134 desaparecidas. Amanhã (25) completa um mês do acidente.

(Com Agência Brasil)



Fonte: Rede Canal

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