O Brasil está representado na reunião do Grupo de Lima pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Em entrevista na tarde desta segunda-feira (25) em Bogotá, onde participa da reunião, o chanceler Ernesto Araújo afirmou que apenas paramilitares e milícias estão agindo na repressão de civis na Venezuela.

O chefe do Itamaraty afirmou:

“Toda a repressão mais brutal que está havendo perto das fronteiras com Colômbia e Brasil vem de grupos paramilitares, milícias, e não do Exército.”

O discurso do chefe do Itamaraty na capital da Colômbia está de acordo com informações circulando em fontes norte-americanas sobre a infiltração de agentes de Cuba nas fileiras das forças de segurança de Nicolás Maduro.

O senador norte-americano, Marco Rubio, denunciou a participação destes agentes do regime comunista na repressão aos moradores da cidade Ureña, na fronteira com a cidade colombiana de Cúcuta, conforme noticiou a RENOVA.

Araújo avalia também que o processo de deserções de militares venezuelanos está apenas no princípio:

“Já há mais de 100 membros das forças venezuelanos que passaram para o lado de [Juan] Guaidó. Isso será um passo fundamental.”

E, segundo a Folha, acrescentou:

“Toda a pressão diplomática que estamos fazendo vai incentivar que cada vez mais membros das Forças Armadas passem para o lado do Guaidó.”

RENOVA registrou as cenas de alguns destes paramilitares atuando na repressão da população protestando a favor da entrada de ajuda humanitária internacional no último sábado (23).

Fonte: Rede Canal

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