Papa Francisco elogiou o talento de seu compatriota, mas disse que, em teoria, ninguém pode ser comparado a Deus

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Da redação

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1 abr 2019, 08h15

O papa Francisco é argentino e um reconhecido fã de futebol, mas não a ponto de considerar seu compatriota Lionel Messi um “Deus”. O pontífice concedeu uma longa entrevista exclusiva ao canal espanhol La Sexta neste domingo 31 de março, na qual falou sobre pedofilia na Igreja e outras temas. No fim da conversa, em tom mais descontraído, foi questionado sobre a suposta divindade do craque do Barcelona e levou a questão com bom humor.

“O senhor que conhece os dois: é um pecado dizer que Messi é Deus?”, questionou Jordi Évole, apresentador do programa Salvados. “Em teoria é um sacrilégio, não se pode dizer. Eu não acredito. Você acredita?”, rebateu. “Eu sim”, respondeu o jornalista, que depois recebeu uma resposta diplomática.

“Eu não (risos). Ou seja, a gente diz Deus, assim como diz ‘eu te adoro’, mas devemos adorar somente a Deus, são expressões populares. ‘Este é um deus com a bola no campo’, são modos populares de se expressar”, afirmou o papa argentino. O jornalista insistiu: “Mas como joga (Messi)…”

“Claro que sim, dá gosto, mas não é Deus”, finalizou o papa, que é torcedor fanático do clube argentino San Lorenzo e já encontrou Messi em visita do jogador ao Vaticano.



Fonte: Rede Canal

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