O primeiro ministro da Austrália, Scott Morrison, quer discutir com as empresas de tecnologia de todo o mundo uma nova legislação para coibir a proliferação de “discursos extremistas” nas redes sociais.

A ideia pode não agradar as empresas, já que a proposta do premiêScott Morrison prevê não apenas multas, mas também encarceramento de representantes das empresas que falharem nessa empreitada.

O primeiro-ministro da Austrália afirmou:

“Se as empresas por trás das redes sociais falharem em demonstrar uma proatividade na imediata instituição de mudanças para prevenir certos usos de suas plataformas, como o que foi filmado e compartilhado pelos autores dos terríveis atentados em Christchurch, nós vamos agir.”

Segundo o Diário Catarinense, Morrison acrescentou:

“As grandes empresas de redes sociais têm a responsabilidade de adotar todas as medidas possíveis para garantir que seus produtos tecnológicos não sejam utilizados por terroristas.”

A lei criará a figura penal pela omissão de qualquer plataforma em destruir rapidamente “documentos violentos e repugnantes”, como um ataque terrorista, assassinato ou estupro.

Os dirigentes de redes sociais considerados culpados pela Justiça da Austrália enfrentarão até três anos de prisão e suas empresas poderão pagar uma multa de até 10% de seu volume de negócios anual.

Fonte: Rede Canal

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